4 de abril de 2007

Último discurso de Martin Luther King

Último discurso de Martin Luther King


Freqüentemente imagino que todos nós pensamos no dia em que seremos vitimados por aquilo que é o denominador comum e derradeiro da vida, essa alguma coisa a que chamamos morte.

Freqüentemente penso em minha própria morte e em meu funeral, mas não num sentido angustiante.

Freqüentemente pergunto a mim mesmo o que é que eu gostaria que fosse dito então, e deixo aqui com vocês a resposta.

Se vocês estiverem ao meu lado quando eu encontrar o meu dia, lembrem-se de que não quero um longo funeral.

Se vocês conseguirem alguém para fazer a oração fúnebre, digam-lhe:

para não falar muito;
para não mencionar que eu tenho trezentos prêmios, isto não é importante;
para não dizer o lugar onde estudei.

Eu gostaria que alguém mencionasse aquele dia em que eu tentei dar minha vida a serviço dos outros;
eu tentei amar alguém;
eu tentei ser honesto e caminhar com o próximo;
eu tentei visitar os que estavam na prisão;
eu tentei vestir um mendigo;
eu tentei amar e servir a humanidade.

Sim, se quiserem dizer algo, digam que EU FUI ARAUTO:
arauto da justiça;
arauto da paz;
arauto do direito.

Todas as outras coisas triviais não têm importância.
Não quero deixar atrás nenhum dinheiro; coisas finas e luxuosas.
Só quero deixar atrás uma vida de dedicação.
E isto é tudo o que eu tenho a dizer:

SE EU PUDER
ajudar alguém a seguir adiante;
animar a alguém com uma canção;
mostra a alguém o caminho certo;
cumprir meu dever de cristão;
levar a solução para alguém;
divulgar a mensagem que o Senhor deixou
então,

abraços

dr x

Um comentário:

RAQUEL KEKA disse...

boa tarde amigo!!! esse texto é
muito reflexivo, e me lembrou um do Pedro Bial, onde ele fala que a morte é um chiste!!!estou com um blog novo , venha conhecer!!!
tenha uma páscoa repleta de paz !!!
http://segredosdocoracaoedaalma.myblog.com.br
http://keka-dan.myblog.com.br