Vai curtir uma noite de sábado? Fique atento aos seus direitos
Muitos esperam ansiosamente a chegada do fim de semana. Balada, barzinho, conversa com os amigos. No entanto, não são todos os que sabem como funciona a cobrança nesses estabelecimentos e quais direitos estão garantidos pelo código de defesa do consumidor.
Conforme Carlos Alberto Nahas, assistente de direção da fundação Procon de São Paulo, as irregularidades mais comuns encontradas pelo órgão, em fiscalizações periódicas nesses locais da cidade, são cobrança de multa por perda da comanda, obrigação de consumação mínima e a não-aceitação de pagamentos por meio de cheques de contas com menos de um ano.
Multa por perda de comanda é ilegal! O estabelecimento não pode culpar o cliente pela má gerência de seu negócio. O consumidor acaba sendo penalizado por um problema no sistema de controle de gastos do local. Ou seja, a empresa repassa a responsabilidade a quem não pode responder. Segundo o procon, a aplicação dessa multa, que normalmente é de r$ 300, é abusiva. A pessoa tem de reclamar seus direitos e se negar a efetuar o pagamento.
Mas como fica a discussão? A pessoa diz que gastou r$ 20, a casa noturna alega que pode ter havido algum ato de má-fé e, por precaução, cobra o valor superior...
Com base nisso, existe outra possibilidade: arcar com o custo, mas exigir uma nota fiscal, onde esteja discriminado que aquela cobrança era referente à perda de comanda. Com o documento em mãos, a indicação é procurar um órgão de defesa do consumidor para exigir os direitos.
Consumação mínima
Outro cenário comum. A entrada custa r$ 30, com direito a consumação. Quem foi curtir a noite acha que conseguiu um ótimo negócio; na prática, a entrada será gratuita. No entanto, essa facilidade também é proibida.
O estabelecimento pode cobrar quanto quiser pelo ingresso, mas o estabelecimento não pode camuflar isso com a consumação mínima. Nesse caso os mais lesados são aquelas pessoas que não utilizam o saldo para comprar bebidas e petiscos no local, e têm que pagar mesmo assim. Esse, portanto é um falso beneficio...
Preço e forma de pagamento
A palavra de ordem no que diz respeito ao pagamento da noitada é informação. Os preços dos produtos devem estar claros no cardápio, e devem deixar claro se existe a cobrança de gorjeta - que é opcional ao cliente, além de todas as formas de pagamento.
Pode haver restrições quanto ao recebimento de cheques, aceitação de cartões de débito ou crédito. No entanto, essas informações devem estar claramente disponíveis no hall de entrada do local. Além disso, uma vez que casa noturna ou qualquer outro comércio aceite cheques, não pode haver discriminação por tempo de conta...
Faça sua parte!
No momento em que ele escolher o local onde vai curtir a noite, deve se informar sobre formas de pagamento, preço e outros detalhes. Assim evita-se constrangimento, contratempo e desconforto.
E vai outro detalhe, para você que é estudante: casas noturnas e bares estão livres da obrigação de conceder meia-entrada.
(Portal Infomoney ? dez. 2006)
19 de janeiro de 2007
18 de janeiro de 2007
ira
IRA - Segundo o dicionário:
Substantivo feminino, do latim ira. Cólera; zanga; indignação; raiva; desejo de vingança.
Em estudo de laboratório:
Janice Williams acompanhou por seis anos 13 mil homens e mulheres com idade entre 45 e 64 anos e, tomando o comportamento como base, descobriu que as pessoas que se irritam intensamente, e com freqüência, têm três vezes mais probabilidades de sofrer um infarto do que aquelas que encaram as adversidades com mais serenidade (Williams, 2000).
Isso ocorre porque, a cada episódio de raiva, o organismo libera uma carga extra de adrenalina no sangue. A alta concentração de adrenalina aumenta o número de batimentos cardíacos e, simultaneamente, torna mais estreitos os vasos sanguíneos, elevando a pressão arterial. A repetição desses episódios pode gerar dois problemas, em geral associados ao infarto: alteração do ritmo cardíaco e uma súbita dilatação das placas de gordura que, porventura, estejam nas artérias. (Fonte: Ballone G. J. ? ?Raiva e ódio, emoções negativas?).
?Mas enquanto houver força em meu peito
eu não quero mais nada
Só vingança, vingança,
vingança, aos santos clamar
Você há de rolar
como as pedras
que rolam na estrada
Sem ter nunca um cantinho
de seu pra poder descansar?
(Lupicínio Rodrigues).
Não há ervas daninhas,
nem homens maus;
há apenas maus cultivadores?.
(Victor Hugo)
Beijos
dr x
Substantivo feminino, do latim ira. Cólera; zanga; indignação; raiva; desejo de vingança.
Em estudo de laboratório:
Janice Williams acompanhou por seis anos 13 mil homens e mulheres com idade entre 45 e 64 anos e, tomando o comportamento como base, descobriu que as pessoas que se irritam intensamente, e com freqüência, têm três vezes mais probabilidades de sofrer um infarto do que aquelas que encaram as adversidades com mais serenidade (Williams, 2000).
Isso ocorre porque, a cada episódio de raiva, o organismo libera uma carga extra de adrenalina no sangue. A alta concentração de adrenalina aumenta o número de batimentos cardíacos e, simultaneamente, torna mais estreitos os vasos sanguíneos, elevando a pressão arterial. A repetição desses episódios pode gerar dois problemas, em geral associados ao infarto: alteração do ritmo cardíaco e uma súbita dilatação das placas de gordura que, porventura, estejam nas artérias. (Fonte: Ballone G. J. ? ?Raiva e ódio, emoções negativas?).
?Mas enquanto houver força em meu peito
eu não quero mais nada
Só vingança, vingança,
vingança, aos santos clamar
Você há de rolar
como as pedras
que rolam na estrada
Sem ter nunca um cantinho
de seu pra poder descansar?
(Lupicínio Rodrigues).
Não há ervas daninhas,
nem homens maus;
há apenas maus cultivadores?.
(Victor Hugo)
Beijos
dr x
16 de janeiro de 2007
gostar
Um jeito mais simples de gostar
O que a gente espera de um amor? Tudo. Que sejamos apoiados em todas as nossas decisões, que o sexo seja nada menos que exuberante, que jamais escutemos um não, que o humor se mantenha sempre elevado, que adivinhem nossos pensamentos (e não adivinhem quando eles puderem causar mágoa), que haja disposição para aceitar todos os convites, que nunca cansemos do rosto, da voz, do jeito do outro, que os dias passem leves e que sejam sempre como foram os primeiros, que o tédio jamais bata à porta, que não haja mal-entendidos, que não se economize nos beijos, que a vida cumpra o prometido: ser uma festa constante.
O que a gente espera de um amor soa a delírio, e por isso a frustração logo se instala. Não há como realizar nem metade do que idealizamos, e muito menos o tempo inteiro. Deveríamos esperar apenas uma coisa do amor, do nosso amor: o que ele puder nos oferecer.
Ele não vai topar ir a um concerto de música clássica, pois acha chatíssimo, e você então vai sozinha, e, sem pensar em revanche, aceitará dele um convite para assistir a um show de hip-hop numa casa noturna em que você jurou jamais colocar os pés, e de repente vai adorar o programa que terminará às 4h da manhã, horário em que você normalmente já está quase se levantando da cama para iniciar o dia.
Seu amor não vai oferecer beijos a todo instante, mas um dia acordará você com pétalas de rosa pelo chão do quarto e você não achará cafona, e sim brindará, com suco de laranja e croissants quentinhos, o fato de ainda ser surpreendida na idade em que está.
Ele não vai curtir a vida ao ar livre como você queria, se negará a montar num cavalo ou caminhar por uma trilha, lhe parecerá urbano demais, mas em contrapartida oferecerá um copo de vinho, um cafuné prolongado, um silêncio apaziguador que até parecerá coisa do campo, mesmo vocês estando no sofá da sala num prédio de 15 andares em meio a uma capital caótica.
Ele não vai conseguir realizar seu sonho de cruzar os Estados Unidos de carro, mas vai oferecer a você um passeio de barco por aqui perto, você que odeia barcos ? ou melhor, odiava. Ele não vai se vestir dentro dos padrões que você considera de bom gosto, mas vai impactá-la com uma originalidade à qual você não estava acostumada. Ele não vai dizer a frase certa na hora certa, e vai fazer você descobrir que não há frases erradas quando se fala com o coração. Ele não vai gostar do que você gosta, e você não vai gostar do que ele gosta, e a criatividade para descobrir prazeres em comum dará à relação um caráter insuspeitado.
De um jeito mais simples, é possível amar aceitando o que é possível receber, sem sofrer pelo que foi sonhado em vão. ?O que a gente espera de um amor soa a delírio, e por isso a frustração logo se instala. Não há como realizar nem metade do que idealizamos, e muito menos o tempo inteiro.?
(texto de Martha Medeiros ? publicado no jornal O Globo, 26 nov 2006)
abraços
dr x
O que a gente espera de um amor? Tudo. Que sejamos apoiados em todas as nossas decisões, que o sexo seja nada menos que exuberante, que jamais escutemos um não, que o humor se mantenha sempre elevado, que adivinhem nossos pensamentos (e não adivinhem quando eles puderem causar mágoa), que haja disposição para aceitar todos os convites, que nunca cansemos do rosto, da voz, do jeito do outro, que os dias passem leves e que sejam sempre como foram os primeiros, que o tédio jamais bata à porta, que não haja mal-entendidos, que não se economize nos beijos, que a vida cumpra o prometido: ser uma festa constante.
O que a gente espera de um amor soa a delírio, e por isso a frustração logo se instala. Não há como realizar nem metade do que idealizamos, e muito menos o tempo inteiro. Deveríamos esperar apenas uma coisa do amor, do nosso amor: o que ele puder nos oferecer.
Ele não vai topar ir a um concerto de música clássica, pois acha chatíssimo, e você então vai sozinha, e, sem pensar em revanche, aceitará dele um convite para assistir a um show de hip-hop numa casa noturna em que você jurou jamais colocar os pés, e de repente vai adorar o programa que terminará às 4h da manhã, horário em que você normalmente já está quase se levantando da cama para iniciar o dia.
Seu amor não vai oferecer beijos a todo instante, mas um dia acordará você com pétalas de rosa pelo chão do quarto e você não achará cafona, e sim brindará, com suco de laranja e croissants quentinhos, o fato de ainda ser surpreendida na idade em que está.
Ele não vai curtir a vida ao ar livre como você queria, se negará a montar num cavalo ou caminhar por uma trilha, lhe parecerá urbano demais, mas em contrapartida oferecerá um copo de vinho, um cafuné prolongado, um silêncio apaziguador que até parecerá coisa do campo, mesmo vocês estando no sofá da sala num prédio de 15 andares em meio a uma capital caótica.
Ele não vai conseguir realizar seu sonho de cruzar os Estados Unidos de carro, mas vai oferecer a você um passeio de barco por aqui perto, você que odeia barcos ? ou melhor, odiava. Ele não vai se vestir dentro dos padrões que você considera de bom gosto, mas vai impactá-la com uma originalidade à qual você não estava acostumada. Ele não vai dizer a frase certa na hora certa, e vai fazer você descobrir que não há frases erradas quando se fala com o coração. Ele não vai gostar do que você gosta, e você não vai gostar do que ele gosta, e a criatividade para descobrir prazeres em comum dará à relação um caráter insuspeitado.
De um jeito mais simples, é possível amar aceitando o que é possível receber, sem sofrer pelo que foi sonhado em vão. ?O que a gente espera de um amor soa a delírio, e por isso a frustração logo se instala. Não há como realizar nem metade do que idealizamos, e muito menos o tempo inteiro.?
(texto de Martha Medeiros ? publicado no jornal O Globo, 26 nov 2006)
abraços
dr x
12 de janeiro de 2007
PENSAMENTO
Fim de Semana começando com Dominguinhos :
?Que falta eu sinto de um bem, que falta me faz um xodó?.
Em um mundo melhor, a lei natural é a do amor. Em uma pessoa melhor, a natureza natural é amorosa. O amor é o princípio que cria e sustenta as relações humanas com dignidade e profundidade. O amor espiritual, leva ao silencio, e esse silencio tem o poder de unir, orientar e liberar as pessoas. E, quando o seu amor é aliado à fé, cria uma forte estrutura para a iniciativa e a ação.
Lembre-se: o amor é um catalisador para mudanças, desenvolvimento e conquistas..é a minha cara..
PENSAMENTOS QUE ME TRAZEM
VOCE A TODO MOMENTO
SÃO MOMENTOS DE ALEGRIA
SAUDADES QUE EU NÃO AGUENTO
PENSAMENTOS DE SAUDADES DE
VONTADE DE TE QUERER
SÓ QUERIA UMA COISA
ESTAR PERTO DE VOCÊ
PENSAMENTOS DE AGONIA
QUE DOR VOCÊ NÃO TEM NOÇÃO
EM PENSAR QUE NÃO ÉS MINHA
É SOFRER DE SOLIDÃO
PENSAMENTOS DE CERTEZAS
VEM CÁ QUERO TE CONHECER
É UMA ANGUSTIA TÃO GRANDE
MAS SEI...VAI ACONTECER
PENSAMENTOS DE UM BEIJO
UM SONHO UMA REALIZAÇÃO
ESPERO ANCIOSO ESSE DIA
VC NÃO VAI SE ARREPENDER NÃO
PENSAMENTOS QUE VEM E SAI
DE DENTRO DOS MEUS PENSAMENTOS
NÃO QUERIA MAIS PENSAR
MAS TE PENSO A TODO MOMENTO..
BEIJOS
CLARO PENSANDO EM VOCÊ
DCTOR X
?Que falta eu sinto de um bem, que falta me faz um xodó?.
Em um mundo melhor, a lei natural é a do amor. Em uma pessoa melhor, a natureza natural é amorosa. O amor é o princípio que cria e sustenta as relações humanas com dignidade e profundidade. O amor espiritual, leva ao silencio, e esse silencio tem o poder de unir, orientar e liberar as pessoas. E, quando o seu amor é aliado à fé, cria uma forte estrutura para a iniciativa e a ação.
Lembre-se: o amor é um catalisador para mudanças, desenvolvimento e conquistas..é a minha cara..
PENSAMENTOS QUE ME TRAZEM
VOCE A TODO MOMENTO
SÃO MOMENTOS DE ALEGRIA
SAUDADES QUE EU NÃO AGUENTO
PENSAMENTOS DE SAUDADES DE
VONTADE DE TE QUERER
SÓ QUERIA UMA COISA
ESTAR PERTO DE VOCÊ
PENSAMENTOS DE AGONIA
QUE DOR VOCÊ NÃO TEM NOÇÃO
EM PENSAR QUE NÃO ÉS MINHA
É SOFRER DE SOLIDÃO
PENSAMENTOS DE CERTEZAS
VEM CÁ QUERO TE CONHECER
É UMA ANGUSTIA TÃO GRANDE
MAS SEI...VAI ACONTECER
PENSAMENTOS DE UM BEIJO
UM SONHO UMA REALIZAÇÃO
ESPERO ANCIOSO ESSE DIA
VC NÃO VAI SE ARREPENDER NÃO
PENSAMENTOS QUE VEM E SAI
DE DENTRO DOS MEUS PENSAMENTOS
NÃO QUERIA MAIS PENSAR
MAS TE PENSO A TODO MOMENTO..
BEIJOS
CLARO PENSANDO EM VOCÊ
DCTOR X
10 de janeiro de 2007
TRISTEZAS
VOLTANDO AO TEMPO
HOJE QUERIA VOLTAR AO TEMPO
NAQUELE TEMPO DE CRIANÇA
NAQUELE TEMPO EM QUE AS
RESPONSABILIDADES NÃO PESAVAM TANTO
NO TEMPO DE VOVÓ E DE VOVÔ
TANTOS MIMOS, TANTOS CARINHOS
QUE MAL A GENTE SE DAVA CONTA
DO QUANTO ESSE TEMPO ERA MÁGICO
QUERIA VOLTAR AO TEMPO PARA MATAR SAUDADES
DAS BRINCADEIRAS DE CRIANÇA, DO CARINHO DE
MAMãE E DE PAPAI...QUANTA ATENÇÃO.
MAS QUANTAS BRONCAS E PUXÕES DE ORELHAS... ENTÃO
NEM PENSAR....MAS O LADO ALEGRE DA VIDA É SAUDOSO
DAS REUNIÕES DE FAMILIA, DAS FARRAS EM QUE TODOS SE REUNIAM
UMA DEMONSTRAÇÃO DE CARINHO E AMIZADE
QUE HOJE AOS POUCOS VÃO SE DESFAZENDO
MAS NAQUELA ÉPOCA A GENTE NÃO DE DAVA CONTA.
HOJE MAIS MADURO, E JÁ COM ALGUMAS TRISTEZA
ACUMULADOS NESTE CAMINHO DA VIDA...
SAUDADES DAS PESSOAS QUE ONTEM
EU CONVIVIA E HOJE JÁ NÃO FAZEM MAIS PARTE DESTE MUNDO..
DEIXAM SAUDADES, MOTIVO ESTE PARA PROCURAR
VIVER CADA MINUTO INTENSAMENTE ANTES QUE A VIDA
COBRE SEU PREÇO.
TRANSFORMAR TRISTEZA EM AMOR É O MELHOR REMEDIO
QUANDO SE PERDE UMA PESSOA QUERIDA, PORQUE O CAMINHO
CONTINUA, A VIDA CONTINUA E VER A VIDA PASSAR....
SERÁ COBRADO DA GENTE DEPOIS.
UM BEIJO ESPECIAL PARA AMIGA ELIANA, MÉRCIA E IARA
QUE SABEM BEM O QUE ESTOU DIZENDO...
BEIJOS
DR X
HOJE QUERIA VOLTAR AO TEMPO
NAQUELE TEMPO DE CRIANÇA
NAQUELE TEMPO EM QUE AS
RESPONSABILIDADES NÃO PESAVAM TANTO
NO TEMPO DE VOVÓ E DE VOVÔ
TANTOS MIMOS, TANTOS CARINHOS
QUE MAL A GENTE SE DAVA CONTA
DO QUANTO ESSE TEMPO ERA MÁGICO
QUERIA VOLTAR AO TEMPO PARA MATAR SAUDADES
DAS BRINCADEIRAS DE CRIANÇA, DO CARINHO DE
MAMãE E DE PAPAI...QUANTA ATENÇÃO.
MAS QUANTAS BRONCAS E PUXÕES DE ORELHAS... ENTÃO
NEM PENSAR....MAS O LADO ALEGRE DA VIDA É SAUDOSO
DAS REUNIÕES DE FAMILIA, DAS FARRAS EM QUE TODOS SE REUNIAM
UMA DEMONSTRAÇÃO DE CARINHO E AMIZADE
QUE HOJE AOS POUCOS VÃO SE DESFAZENDO
MAS NAQUELA ÉPOCA A GENTE NÃO DE DAVA CONTA.
HOJE MAIS MADURO, E JÁ COM ALGUMAS TRISTEZA
ACUMULADOS NESTE CAMINHO DA VIDA...
SAUDADES DAS PESSOAS QUE ONTEM
EU CONVIVIA E HOJE JÁ NÃO FAZEM MAIS PARTE DESTE MUNDO..
DEIXAM SAUDADES, MOTIVO ESTE PARA PROCURAR
VIVER CADA MINUTO INTENSAMENTE ANTES QUE A VIDA
COBRE SEU PREÇO.
TRANSFORMAR TRISTEZA EM AMOR É O MELHOR REMEDIO
QUANDO SE PERDE UMA PESSOA QUERIDA, PORQUE O CAMINHO
CONTINUA, A VIDA CONTINUA E VER A VIDA PASSAR....
SERÁ COBRADO DA GENTE DEPOIS.
UM BEIJO ESPECIAL PARA AMIGA ELIANA, MÉRCIA E IARA
QUE SABEM BEM O QUE ESTOU DIZENDO...
BEIJOS
DR X
8 de janeiro de 2007
sem palvras
Sem palavras
A beleza de uma paisagem tem o poder de nos calar. Enlevados pela visão da mata, do mar ou do horizonte aberto, não há a necessidade de dizer nada. O peito desaperta, o espírito se apazigua, e vem a sensação de estarmos totalmente vivos nesse instante. No dia-a-dia, entretanto, experimentamos a situação oposta. Engolidos por um massa de ruídos, produzidos por obras, automóveis, gente, enfim, levamos para dentro de nós a agitação externa, que se traduz em ansiedade e angústia. E a devolvemos para o exterior falando, falando e falando até mesmo sem pensar.
Esquecemos os valiosos ensinamentos contidos nos provérbios que a cultura popular cunhou para enfatizar a importância do silêncio: ?falar é prata, calar é ouro?, ?bom é saber calar até o tempo de falar? e até o divertido ?em boca fechada não entra mosca?.
São conselhos que, inadvertidamente, contrariamos o tempo todo. Mas isso é compreensível. Vivemos numa sociedade extrovertida, que valoriza as atitudes incisivas e onde tudo se fala, tudo se discute.
Segundo o taoísmo ? uma grande escola dos filósofos chineses, que floresceu entre os séculos 6 e 4 a.C. ?, o Universo é regido pelas energias yin e yang - a primeira remete a repouso e introspecção, e a segunda, a movimento e expansão. Baseado nessa filosofia, concluímos que hoje, a sociedade é exageradamente yang, ruidosa, agitada, nervosa...
Neste mundo yang, muita gente tem dificuldade de encarar a quietude. Na praia, alto-falantes a todo volume tornam inaudível o barulho das ondas, mas ninguém parece se importar. Quando todos se calam na roda de amigos, alguém sempre solta uma piada ou comentário para quebrar o gelo ? e o silêncio.
Em casa, a TV fica ligada sem que ninguém assista ? diz-se que isso faz companhia. Para muitos, a ausência de ruído os coloca de frente à necessidade incômoda de ter de suprir o próprio vazio.
Quando acompanhados, sentem urgência de falar, qualquer coisa que seja, como se calados deixassem expostas a falta de assunto, de diálogo, de interesses em comum. E não deveria ser assim...
Economizar palavras nada tem a ver com a dificuldade de se comunicar ou mesmo de prestar atenção em quem está ao lado. Também não tem relação com o que não é dito e o que é escondido ou reprimido. Nem com as lacunas que podem se abrir na convivência entre casais, pais e filhos. O silêncio une e não separa, pois por meio dele também se constrói a intimidade ? é gostoso quando o vínculo se estabelece com um sorriso, um olhar ou um gesto, sem necessidade de palavras. O silêncio conforta, apazigua, restaura forças. É pacífico, nunca hostil. Contemplação, inspiração e comunhão também cabem na palavra silêncio.
Silenciar externamente quase sempre só é possível quando a mente está serena. Piores que os ruídos externos são os internos, provocados por pensamentos desordenados. Nosso incessante carrossel mental provoca o descontrole verbal e nos aprisionamos nesse círculo vicioso. Para alguns, essa é uma situação de risco. Há tanta gente não acostumada a olhar para seu interior que, o silêncio angustia... e só é possível conseguir paz de espírito quando se cria, dentro de si, um santuário de silêncio, livre de aflições, desejos e ressentimentos...
Em geral, quem não se concede a chance de silenciar não permite que quem esteja ao lado conquiste a sua. No vácuo que se abre com o silêncio, nascem a insegurança, a desconfiança e, com elas, a urgência de saber o que se passa na cabeça do outro...
Às vezes, a forma mais fácil de amenizar o ruído interior é mudar a rotina, sair de casa, viajar para um lugar tranqüilo, longe dos problemas e até das pessoas. Ir para uma praia pouco freqüentada, para a montanha, relaxar num spa ou visitar templos e mosteiros, por exemplo. Mas isso pode ter um efeito apenas paliativo ou temporário e logo se volta ao velho padrão de agitação mental e verbal.
É preciso encontrar a pacificação interna em qualquer lugar. Nesse estágio, os sentimentos afloram, e os barulhos externos já não perturbam tanto...
Para silenciar:
? Desacelere. Programe viagens para lugares tranqüilos, onde possa relaxar e escutar os sons da natureza. Em templos e espaços religiosos, também se cultiva o silêncio interior.
? Desconecte-se. De vez em quando, desligue telefone,TV, rádio e outras fontes de barulho. Procure se aquietar e não falar. Deite-se ou tome um banho relaxante, por exemplo.
? Focalize. Concentre-se no presente e mantenha a mente livre dos pensamentos desnecessários: eles contribuem para o ruído interno, que estimula a ânsia de falar.
? Não fale por falar. Preste atenção se seu jeito de se comunicar não é seco ou ríspido. Sem querer, você pode ser mal interpretado e magoar os outros. E meça mais as palavras.
? Medite. Encontre a técnica que melhor se encaixa em sua rotina. Basicamente, todas ensinam a se sentar ereto, relaxar e deixar passar os pensamentos, sem retê-los.
? Reze. Em todas as religiões, a prece é uma forma de interiorização que conduz à paz de espírito e ao silêncio interior.
(texto de Wilson Weigl ? revista Bons Fluídos, Agosto de 2006)
Começando a semana com bons fluidos......claro muitas alegrias semana passada tinha que dar isso..
Beijos
dr x
A beleza de uma paisagem tem o poder de nos calar. Enlevados pela visão da mata, do mar ou do horizonte aberto, não há a necessidade de dizer nada. O peito desaperta, o espírito se apazigua, e vem a sensação de estarmos totalmente vivos nesse instante. No dia-a-dia, entretanto, experimentamos a situação oposta. Engolidos por um massa de ruídos, produzidos por obras, automóveis, gente, enfim, levamos para dentro de nós a agitação externa, que se traduz em ansiedade e angústia. E a devolvemos para o exterior falando, falando e falando até mesmo sem pensar.
Esquecemos os valiosos ensinamentos contidos nos provérbios que a cultura popular cunhou para enfatizar a importância do silêncio: ?falar é prata, calar é ouro?, ?bom é saber calar até o tempo de falar? e até o divertido ?em boca fechada não entra mosca?.
São conselhos que, inadvertidamente, contrariamos o tempo todo. Mas isso é compreensível. Vivemos numa sociedade extrovertida, que valoriza as atitudes incisivas e onde tudo se fala, tudo se discute.
Segundo o taoísmo ? uma grande escola dos filósofos chineses, que floresceu entre os séculos 6 e 4 a.C. ?, o Universo é regido pelas energias yin e yang - a primeira remete a repouso e introspecção, e a segunda, a movimento e expansão. Baseado nessa filosofia, concluímos que hoje, a sociedade é exageradamente yang, ruidosa, agitada, nervosa...
Neste mundo yang, muita gente tem dificuldade de encarar a quietude. Na praia, alto-falantes a todo volume tornam inaudível o barulho das ondas, mas ninguém parece se importar. Quando todos se calam na roda de amigos, alguém sempre solta uma piada ou comentário para quebrar o gelo ? e o silêncio.
Em casa, a TV fica ligada sem que ninguém assista ? diz-se que isso faz companhia. Para muitos, a ausência de ruído os coloca de frente à necessidade incômoda de ter de suprir o próprio vazio.
Quando acompanhados, sentem urgência de falar, qualquer coisa que seja, como se calados deixassem expostas a falta de assunto, de diálogo, de interesses em comum. E não deveria ser assim...
Economizar palavras nada tem a ver com a dificuldade de se comunicar ou mesmo de prestar atenção em quem está ao lado. Também não tem relação com o que não é dito e o que é escondido ou reprimido. Nem com as lacunas que podem se abrir na convivência entre casais, pais e filhos. O silêncio une e não separa, pois por meio dele também se constrói a intimidade ? é gostoso quando o vínculo se estabelece com um sorriso, um olhar ou um gesto, sem necessidade de palavras. O silêncio conforta, apazigua, restaura forças. É pacífico, nunca hostil. Contemplação, inspiração e comunhão também cabem na palavra silêncio.
Silenciar externamente quase sempre só é possível quando a mente está serena. Piores que os ruídos externos são os internos, provocados por pensamentos desordenados. Nosso incessante carrossel mental provoca o descontrole verbal e nos aprisionamos nesse círculo vicioso. Para alguns, essa é uma situação de risco. Há tanta gente não acostumada a olhar para seu interior que, o silêncio angustia... e só é possível conseguir paz de espírito quando se cria, dentro de si, um santuário de silêncio, livre de aflições, desejos e ressentimentos...
Em geral, quem não se concede a chance de silenciar não permite que quem esteja ao lado conquiste a sua. No vácuo que se abre com o silêncio, nascem a insegurança, a desconfiança e, com elas, a urgência de saber o que se passa na cabeça do outro...
Às vezes, a forma mais fácil de amenizar o ruído interior é mudar a rotina, sair de casa, viajar para um lugar tranqüilo, longe dos problemas e até das pessoas. Ir para uma praia pouco freqüentada, para a montanha, relaxar num spa ou visitar templos e mosteiros, por exemplo. Mas isso pode ter um efeito apenas paliativo ou temporário e logo se volta ao velho padrão de agitação mental e verbal.
É preciso encontrar a pacificação interna em qualquer lugar. Nesse estágio, os sentimentos afloram, e os barulhos externos já não perturbam tanto...
Para silenciar:
? Desacelere. Programe viagens para lugares tranqüilos, onde possa relaxar e escutar os sons da natureza. Em templos e espaços religiosos, também se cultiva o silêncio interior.
? Desconecte-se. De vez em quando, desligue telefone,TV, rádio e outras fontes de barulho. Procure se aquietar e não falar. Deite-se ou tome um banho relaxante, por exemplo.
? Focalize. Concentre-se no presente e mantenha a mente livre dos pensamentos desnecessários: eles contribuem para o ruído interno, que estimula a ânsia de falar.
? Não fale por falar. Preste atenção se seu jeito de se comunicar não é seco ou ríspido. Sem querer, você pode ser mal interpretado e magoar os outros. E meça mais as palavras.
? Medite. Encontre a técnica que melhor se encaixa em sua rotina. Basicamente, todas ensinam a se sentar ereto, relaxar e deixar passar os pensamentos, sem retê-los.
? Reze. Em todas as religiões, a prece é uma forma de interiorização que conduz à paz de espírito e ao silêncio interior.
(texto de Wilson Weigl ? revista Bons Fluídos, Agosto de 2006)
Começando a semana com bons fluidos......claro muitas alegrias semana passada tinha que dar isso..
Beijos
dr x
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